Falta de vitamina D, excesso e onde encontrar

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O que se pode pensar de original para falar de vitamina D? Que ela é encontrada em muitas fontes alimentares, tais como peixe, ovos, leite enriquecido com a vitamina e óleo de fígado de bacalhau não é in formação original. É sabido também que o sol contribui muito para a produção diária de vitamina D, aliás, contribui significativamente para isso: apenas 10 minutos de exposição diária são suficientes para evitar a falta de vitamina D – isso pouca gente sabia.

Falar de vitamina D significa referir-se a diferentes formas de vitamina, duas das quais são importantes nos seres humanos: ergocalciferol (vitamina D2) e colecalciferol (vitamina D3). A vitamina D2 é sintetizada pelas plantas, a vitamina D3 é sintetizada a partir da pele humana quando exposta a raios ultravioleta B da luz solar. Também alimentos podem ser enriquecidos com vitamina D2 ou D3. Sob o termo Vitamina D se agrupam vários compostos, entre os quais: a Vitamina D2, a Vitamina D3, o 25-OH vitamina D (calcidiol) e o 1,25 (OH)2 vitamina D (calcitriol), sendo estes dois últimos metabolitos ativos dos dois primeiros. Sob a forma sintética, produz-se o DHT, ou di-hidrotaquisterol.

Falta de vitamina D

 

Função biológica da vitamina D e riscos associados à deficiência

A principal função biológica da vitamina D é manter os níveis normais de cálcio e fósforo no sangue e promover a absorção de cálcio para ajudar a formar e manter ossos fortes. Recentemente, a investigação também sugeriu que a vitamina D pode proporcionar proteção contra a osteoporose, a hipertensão, o câncer e várias doenças autoimunes.

O raquitismo e da osteomalacia são doenças clássicas decorrentes da deficiência de vitamina D. A deficiência em crianças causa raquitismo que evolui para deformidades esqueléticas. Em adultos, a deficiência de vitamina D pode levar à osteomalacia, que resulta em fraqueza muscular além da óssea. Entre as pessoas com alto risco de deficiência de vitamina D incluem-se os idosos, os obesos, as crianças em aleitamento materno exclusivo, sem a suplementação de vitamina D  e as pessoas que têm limitada a exposição ao sol. Mesmo pessoas que têm síndromes de má absorção de gordura (por exemplo, fibrose cística) ou doença inflamatória do intestino (doença de Crohn), por exemplo, estão em risco.

 

As propriedades da vitamina D

 

As utilizações descritas a seguir foram testadas em seres humanos e / ou animais, mas a segurança e a eficácia nem sempre têm sido provadas. Algumas dessas condições são potencialmente graves e devem ser objeto de exame por um profissional de saúde qualificado.

Propriedades avaliadas

Hipofosfatemia familiar:

A hipofosfatemia familiar (baixos níveis de fosfato no sangue) é uma doença hereditária rara que consiste no comprometimento do transporte do íon fosfato no sangue e na diminuição do metabolismo da vitamina D nos rins. A hipofosfatemia familiar é uma forma de raquitismo. Administrar a vitamina D3 por via oral, juntamente com os suplementos de fosfato é uma terapia eficaz para o tratamento de doenças ósseas em indivíduos com hipofosfatemia familiar. A ingestão deve ser feita sob supervisão médica.

Hipofosfatemia relacionada à síndrome de Fanconi:

A síndrome de Fanconi é um defeito dos túbulos proximais do rim e está associada com a acidose tubular renal. A ingestão de vitamina D por via oral é eficaz para o tratamento de hipofosfatemia associada à síndromea de Fanconi.

Hiperparatiroidismo devido a baixos níveis de vitamina D:

Alguns pacientes podem desenvolver hiperparatiroidismo secundário a partir de baixos níveis de vitamina D. O tratamento inicial para este tipo de hiperparatiroidismo é precisamente a administração da própria vitamina. Para pacientes com hiperparatiroidismo primário ou refratário é comumente recomendada a remoção cirúrgica das paratireoides. Os estudos também sugerem que a suplementação de vitamina D pode reduzir a incidência de hipoparatireoidismo após a cirurgia para hiperparatiroidismo primário (remoção parcial ou total das glândulas paratireoides).

Hipocalcemia devida ao hipoparatireoidismo:

O hipoparatireoidismo (baixos níveis sanguíneos de hormônio da paratireoide) é enfermidade rara e é muitas vezes devida à remoção cirúrgica das glândulas paratireoides. Altas doses de di-hidrotaquisterol (DHT), calcitriol ou ergocalciferol (todas formas diferentes da vitamina D) pode ajudar a aumentar as concentrações séricas de cálcio em pacientes com hipoparatireoidismo ou pseudohipoparatiroidismo.

Osteomalácia (raquitismo em adultos):

Os adultos com deficiência grave de vitamina D perdem o conteúdo mineral ósseo (hipomineralização) e experimentam de dor óssea, fraqueza muscular e osteomalácia (ossos quebradiços). A osteomalácia pode ser encontrada entre pacientes idosos com dietas deficientes em vitamina D, indivíduos com reduzida absorção de vitamina D ou com exposição inadequada ao sol (como aqueles que vivem em latitudes com falta de luz solar sazonal), pacientes com cirurgia gástrica ou intestinal, com doença óssea induzida por alumínio, com doença hepática ou com doença renal com osteodistrofia renal. O tratamento para a osteomalácia depende da causa subjacente da doença e geralmente inclui o controle da dor e cirurgia ortopédica, assim como a vitamina D e agentes de ligação de fosfato.

Psoríase:

Diferentes abordagens são utilizadas para tratar as placas pele características da psoríase, entre os quais a terapia de luz, a redução do estresse, o uso de hidratantes ou a administração de ácido salicílico para remover as áreas de pele escamosa. Nos casos mais graves, os tratamentos podem incluir luz UV-A, psoraleno mais luz UV-A (PUVA), retinoides tais como isotretinoína, corticosteroides ou ciclosporina.  O análogo sintético da vitamina D3 calcipotriol parece controlar o crescimento das células da pele e é usado para placas de pele moderadamente graves, particularmente as lesões da pele resistentes a outras terapias ou localizadas na face. Altas doses de becocalcidíolo (um análogo da vitamina D) usadas na pele podem ser úteis no tratamento da psoríase.

Raquitismo:

O raquitismo desenvolve-se em crianças com deficiência de vitamina D devido à má alimentação, falta de luz solar, ou ambos. Mesmo os bebês alimentados somente com leite materno (sem suplementação de vitamina D) podem desenvolver raquitismo. Embora hoje em dia seja raro, em parte por causa da disponibilidade de leite enriquecido com vitamina D, tem havido um aumento recente no raquitismo em crianças que vivem em latitudes com falta periódica sazonal de luz solar. O ergocalciferol ou colecalciferol é eficaz para o tratamento de raquitismo por deficiência de vitamina D. O calcitriol deve ser utilizado em pacientes com insuficiência renal. O tratamento deve ser sob supervisão médica.

 

Propriedades mostradas em parte

Fraqueza e dores musculares:

A deficiência de vitamina D tem sido associada à fraqueza muscular e à dor tanto em adultos quanto em crianças. Uma pesquisa limitada reportou a deficiência de vitamina D em pacientes com dor lombar: suplementos podem reduzir a dor em muitos pacientes.

Osteoporose (geral):

Sem suficiente aporte de vitamina D, o cálcio absorvido é inadequado, e a consequente inadequada secreção de PTH das glândulas paratireoides causa um aumento da reabsorção óssea. Isto pode enfraquecer os ossos e aumentar o risco de fraturas. Os suplementos de vitamina D têm-se mostrado eficazes em retardar a perda óssea e reduzir as fraturas, particularmente quando tomados com cálcio.

Osteodistrofia:

A osteodistrofia renal é um termo que se refere a todos os problemas ósseos que ocorrem em pacientes com insuficiência renal crônica. O calcifediol oralmente ou ergocalciferol pode ajudar a gerenciar e prevenir hipocalcemia osteodistrofia renal em pacientes com insuficiência renal crônica em diálise.

Propriedades hipotéticas

Osteomalácia anticonvulsiva induzida:

Tem sido demosntrado que os suplementos de vitamina D2 reduzem a frequência de crises em estudos iniciais. Mais estudos são necessários para confirmar estes resultados.

Prevenção do câncer de mama:

Altas doses de vitamina D podem estar associadas a um risco ligeiramente reduzido de desenvolver câncer da mama.

Prevenção do Câncer:

Pesquisas limitadas sugerem que os análogos sintéticos da vitamina D podem desempenhar um papel no tratamento do câncer, mas não fica claro se a deficiência de vitamina D aumenta o risco de câncer ou um aumento da ingestão de vitamina D protege contra certos tipos de câncer. Até que estudos adicionais sejam realizados, é prematuro recomendar o uso regular de suplementos de vitamina D para este uso.

Câncer Colorretal:

Os dados de uma meta-análise sugerem que suplementos de vitamina D podem prevenir o desenvolvimento de câncer colorretal. É necessária mais investigação nesta área.

Osteoporose induzida por corticosteroides:

Algumas evidências indicam que os esteroides (cortisona) podem alterar o metabolismo da vitamina D, que contribui adicionalmente para a perda de massa óssea e desenvolvimento de osteoporose associada com esteroides. Há uma evidência limitada de que a vitamina D possa ser útil para a força muscular em longo prazo em doentes que tomam esteroides.

Diabetes:

Diabetes de tipo 1: foi relatado que as crianças que tomam calcitriol durante o primeiro ano de vida são menos propensas a desenvolver diabetes de tipo 1 do que crianças alimentadas com quantidades mais baixas de vitamina D. Outros estudos sugeriram que o uso de óleo de oliva associado ao óleo de fígado de bacalhau como uma fonte de vitamina D pode reduzir a incidência de diabetes do tipo 1. Não existem atualmente evidências suficientes para tirar uma conclusão clara nesta área.

Diabetes de tipo 2: Em estudos recentes foi demonstrado que adultos que tomam suplementos de vitamina D melhoram a sensibilidade à insulina. Mais pesquisas são necessárias para confirmar estes resultados.

Prevenção de quedas:

Vários estudos têm encontrado resultados mistos sobre os efeitos da vitamina D na prevenção de quedas. São necessários outros estudos.

Osteodistrofia hepática:

Diferentes graus de má absorção de cálcio podem ocorrer em pacientes com doença hepática crônica devido à desnutrição e à falta de vitamina D. A vitamina D administrada oralmente ou injetada pode desempenhar um papel na gestão desta condição.

Pressão arterial elevada (hipertensão):

Baixos níveis de vitamina D podem desempenhar um papel no desenvolvimento da hipertensão. E foi notado, de fato, que a pressão sanguínea é frequentemente elevada durante o inverno, a uma distância maior do Equador e em indivíduos com pigmentação mais escura da pele. A evidência não é clara, e uma comparação com métodos mais comprovadas para reduzir a pressão arterial não foi realizada. Os pacientes com hipertensão devem ser monitorados por um profissional de saúde qualificado.

Hipertrigliceridemia:

Não há evidência suficiente nesta área.

Imunomodulação:

As evidências preliminares sugerem que a vitamina D e seus análogos, tais como alfacalcidol, podem atuar como agentes imunomoduladores. Mais estudos são necessários para confirmar estes resultados.

Redução da mortalidade:

A ingestão de vitamina D pode ser associada a uma redução na mortalidade total. São necessárias mais provas para confirmar esta associação.

Esclerose Múltipla:

Os cientistas detectaram taxas de esclerose múltipla inferiores nas zonas com mais luz solar e um maior consumo de peixe rico em vitamina D. Uma investigação preliminar sugere que os suplementos de longo prazo de vitamina D reduzem o risco de desenvolvimento desta doença, no entanto, estudos adicionais são necessários antes que uma conclusão válida possa ser alcançada.

Síndrome mielodisplásica:

Não há evidência suficiente nesta área.

Osteogênese imperfeita:

A osteogênese imperfeita é uma doença genética que consiste no desenvolvimento de ossos extraordinariamente frágeis que se quebram facilmente, muitas vezes sob cargas que os ossos normais suportar facilmente, devido a uma avaria na produção de colágeno pelo corpo. A ingestão adequada de cálcio e vitamina D é essencial para a manutenção de ossos fortes.

Osteoporose (pacientes com fibrose cística):

A osteoporose é comum em pacientes com fibrose cística (devido à má absorção de gordura que conduz à deficiência de vitaminas solúveis em gordura, tais como a vitamina D). A administração por via oral de calcitriol parece aumentar a absorção de cálcio e reduzir as concentrações do hormônio da paratireoide (paratormônio ou PTH).

Miopatia proximal:

Não há evidência suficiente nesta área.

Transtorno afetivo sazonal:

O transtorno afetivo sazonal é uma forma de depressão que ocorre durante os meses de inverno, possivelmente devido à menor exposição à luz solar. Num estudo, verificou-se que a vitamina D é melhor do que a terapia de luz no tratamento do transtorno afetivo sazonal. Mais estudos serão necessários para confirmar estes resultados.

Verrugas senis:

Num estudo inicial, verrugas senis foram tratadas com a administração tópica de vitamina D3.

Distúrbios da pigmentação da pele (lesões pigmentadas):

As aplicações de pomadas de vitamina D3 na pele, em combinação com intensa frequência de rádio pulsação, podem ser bastante úteis no tratamento de lesões pigmentadas associadas à neurofibromatose 1 (NF1).

Dentes:

A perda de material ósseo do dente está relacionada com a perda de osso em locais não orais. A investigação sugere que a ingestão de cálcio e vitamina D para a prevenção de osteoporose pode ter um efeito benéfico nesse sentido.

Deficiência de vitamina D (em crianças e mães que amamentam):

Uma evidência clínica de alta qualidade sugere que altas doses de suplementos de vitamina D dadas a mães que amamentam podem melhorar os níveis de vitamina D da mãe e da criança. Mais pesquisas são necessárias para confirmar estes resultados.

Ganho de peso (pós-menopausa):

Os suplementos de vitamina D (em combinação com o cálcio) podem ter efeitos sobre o ganho de peso em mulheres pós-menopáusicas. As evidências sugerem que isto é particularmente verdadeiro em mulheres que tomam quantidade inadequada de cálcio, mas são necessários mais estudos.

Utilizações desaconselhadas

Força muscular:

O colecalciferol por via oral não parece aumentar a força muscular ou melhorar o desempenho físico em homens idosos saudáveis ​​que são deficientes em vitamina D.

Câncer de próstata:

Há uma evidência preliminar com base em estudos de laboratório e em seres humanos de que doses elevadas de vitamina D podem ser úteis no tratamento do câncer da próstata. Este setor está sob investigação ativa, mas uma clara evidência de benefício ainda não está disponível.

Uso de acordo com a tradição

As seguintes utilizações são baseadas na tradição ou teorias científicas. Muitas vezes, elas não foram completamente testadas em seres humanos, e a segurança e eficácia nem sempre têm sido comprovada. Algumas dessas condições são potencialmente graves e devem ser avaliadas por um médico especialista.

  • ceratose actínica,
  • fraturas do quadril associadas à doença de Alzheimer,
  • espondilite anquilosante,
  • doenças autoimunes,
  • Doença de Graves,
  • hiperparatireoidismo em diálise renal,
  • hipocalcemia,
  • tétano hipocalcêmico,
  • perda óssea relacionada ao transplante de rim,
  • distúrbios metabólicos (síndrome metabólica),
  • doenças do sistema nervoso (coreia emiplégica)
  • osteíte fibrosa em diálise,
  • artrite reumatoide,
  • esclerodermia,
  • carcinoma de células escamosas,
  • lúpus eritematoso sistêmico,
  • distúrbios vaginais (atrofia),
  • vitiligo.

Doses adequadas de vitamina D

As doses seguintes baseiam-se em pesquisas e publicações científicas, usando opiniões tradicionais ou médicas. Muitos suplementos não foram exaustivamente testados, disso decorre que sua eficácia ou – pior – sua segurança – não podem ser garantidas. As diferentes marcas podem alcançá-los de forma diferente, com ingredientes variáveis, mesmo dentro da mesma linha. As doses aqui indicadas podem não ser aplicáveis ​​a todos os produtos. É aconselhável sempre ler os rótulos e discutir com um médico doses ideais antes de iniciar a terapia.

Adultos (maiores de 18 anos)

É particularmente difícil dar orientações precisas sobre a vitamina D para adultos porque, a menos que haja condições especiais, a exposição à luz solar é geralmente mais do que suficiente para cobrir as exigências do corpo. Em qualquer caso, para aqueles que por qualquer motivo não podem desfrutar de uma soma suficiente, as diretrizes médicas recomendam 5 microgramas (200 UI ou Unidades Internacionais) diárias para todos os indivíduos (homens, mulheres, mulheres grávidas ou em aleitamento) com idade inferior a 50 anos. Para todas as pessoas de 50 a 70 anos, são recomendadas 10 microgramas por dia (400 UI). Para indivíduos com mais de 70 anos de idade,   recomendam-se 15 microgramas por dia (600 UI).

O limite superior (UL) para a vitamina D tem sido recomendado como igual a 2.000 IU por dia, devido à toxicidade que os raios solares podem manifestar, quando houver exposição em doses mais elevadas.

Crianças (até 18)

Os níveis de ingestão recomendada em crianças preveem que, em crianças entre 6 e 11 meses de contribuição sob a forma de suplementos não deve ser inferior a 10 g / dia (400 UI).

Na idade entre o ano e o período da adolescência, se não houver uma exposição adequada ao sol, recomenda-se uma ingestão de vitamina D de, pelo menos, 10 μ g por dia.

Gravidez e aleitamento

A ingestão adequada recomendada para mulheres grávidas é a mesma que para mulheres adultas não grávidas. Alguns autores sugeriram que as exigências durante a gravidez podem ser maiores do que as quantidades, em particular em indivíduos sem exposição ao sol, embora isto ainda não tenha sido claramente demonstrado. Devido ao risco de toxicidade da vitamina D, partir de qualquer consideração de altas doses diárias de vitamina D deve ser discutido com um médico.

A vitamina D é geralmente baixa no leite materno e, para prevenir a deficiência e raquitismo em crianças alimentadas exclusivamente com leite materno, são necessários suplementos que começam nos primeiros dois meses de vida.

 

Efeitos colaterais do uso de vitamina D

Você deve tomar cuidado ou evitar, nos casos de sensibilidade conhecida, a vitamina D ou  um dos seus análogos e derivados.

 

Efeitos adversos e advertências

 

A vitamina D é geralmente bem tolerada em doses recomendadas. Um estudo encontrou uma maior probabilidade de sonolência diurna excessiva em pacientes tratados com análogos da vitamina D.

A toxicidade da vitamina D pode ser causada pela ingestão constante e excessiva da introdução desta vitamina e pode conduzir a hipercalcemia e excesso de perda de massa óssea. Aqueles em risco incluem os aqueles com doença renal, sarcoidose, hiperparatireoidismo, histoplasmose ou tuberculose. A hipercalcemia crônica pode levar a complicações graves ou mesmo a risco de vida e deve ser administrada por um médico. Os primeiros sintomas de hipercalcemia podem incluir náuseas, vômitos e anorexia (perda de apetite / peso) seguida por poliúria (urinar em excesso), polidipsia (sede excessiva), fraqueza, fadiga, sonolência, dor de cabeça, boca seca, gosto metálico, tontura, zumbido (zumbido nos ouvidos) e ataxia (instabilidade). A função renal pode ser prejudicada e podem ser formadas calcificações metastáticas (depósitos de cálcio nos órgãos), em particular nos rins. O tratamento inclui a cessação da introdução de vitamina D e de cálcio e a redução dos níveis de cálcio sob rigorosa supervisão médica, com monitoramento frequente dos níveis de cálcio. Pode ser necessária a acidificação da urina e corticosteroides.

 

Interações

 

A hipermagnesemia (altos níveis de magnésio no sangue) pode se desenvolver quando antiácidos que contêm magnésio são usados ​​em conjunto com a vitamina D, especialmente em pacientes com insuficiência renal crônica.

Uma redução dos efeitos da vitamina D pode ocorrer com o uso de certos medicamentos anticonvulsivantes, uma vez que podem induzir as enzimas microssomais hepáticas e acelerar a conversão de vitamina D em metabólitos inativos.

Com base no mecanismo de ação, a utilização de vitamina D e do cálcio, em conjunto, pode alterar a resposta inflamatória.

A absorção intestinal da vitamina D pode ser modificada com o uso de algumas drogas:

  • Os doentes tratados com colestiramina ou colestipol devem ser aconselhados a passar o máximo de tempo possível entre a ingestão desses medicamentos e da vitamina D.
  • O uso de corticosteroides (cortisona) pode causar osteoporose e depleção de cálcio, com a administração a longo prazo. Esta depleção de cálcio cria uma maior necessidade de ambos os suplementos, tanto de cálcio quanto de vitamina D (que é necessária para a absorção do cálcio) .
  • A vitamina D deve ser usada com precaução em doentes que tomam digoxina, porque a hipercalcemia (que pode resultar do uso excessivo de vitamina D) pode precipitar ritmos cardíacos anormais.
  • A absorção intestinal da vitamina D pode ser modificada com o uso de óleos minerais.
  • O orlistat (Xenical ou Alli®) pode reduzir os níveis de vitamina D. Os pacientes devem considerar tomar um multivitamínico com vitaminas solúveis em gordura pelo menos duas horas antes ou depois de orlistat ou no momento de ir para a cama.
  • A rifampicina aumenta o metabolismo da vitamina D e reduz seus os níveis no sangue. A necessidade de suplementos de vitamina D com rifampicina não foi bem estudada, embora possam ser necessários.
  • Os laxantes estimulantes podem reduzir a absorção da vitamina D alimentar, de modo que têm de ser limitados a uma utilização de curto prazo, se possível.
  • A administração simultânea de diuréticos e vitamina D para os pacientes hipoparatireoideos pode causar hipercalcemia, que pode ser transitória ou pode requerer a suspensão da vitamina D.

 

Interações com ervas e suplementos dietéticos

 

Com base no mecanismo de ação, a utilização de vitamina D e cálcio, em conjunto, pode alterar a resposta inflamatória.

A vitamina deve ser usada com precaução em doentes que tomam ervas com ação sobre o coração, porque a hipercalcemia (que pode resultar de um uso excessivo de vitamina D) pode fazer precipitar anomalias do ritmo cardíaco.

A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio. A vitramina D é frequentemente incluída nos produtos dos suplementos de cálcio.

 

Onde comprar suplemento de vitamina D

Se achar conveniente ou se estiver com grande deficiência em vitamina D, é possível comprar em forma de suplemento. Recomendo a compra online na loja da Natue, entre aqui para dar uma olhada na sessão de vitamina D.

 

Claudionor Aparecido Ritondale

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